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sábado, 6 de julho de 2013

Prece da Serenidade

Prece da Serenidade
 “Deus, 
concedei-me a serenidade necessária,
para aceitar as coisas 
que não posso modificar;
coragem, 
para modificar aquelas que posso
e sabedoria,
 para distinguir umas das outras!
Vivendo um dia de cada vez;
desfrutando um momento por vez;
aceitando as dificuldades,
como um caminho da paz.
Tomando, 
como ele fez, este mundo
pecaminoso como ele é,
não como eu
 gostaria que fosse;
confiando em que ele
 fará todas as coisas certas,
se eu me submeter à sua vontade.
Que eu seja 
razoavelmente feliz nesta vida
e infinitamente feliz com o senhor,
para sempre no futuro.
Amém!”   A d.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

OS GRANDES AMORES SÃO ETERNOS


 “Os mistérios são natos nas almas que nascem com a missão de aprender a amar na senda terrena, homens e mulheres, espalham-se nas campinas da vida, levados pelos ventos dos desejos, reencontram-se nos templos doirados dos sentimentos e embriagados nos primeiros olhares, sonham em está e ficar juntos para sempre.  Nem sempre as primeiras escolhas são perfeitas entre almas, muitas se molham nas águas da ilusão caem no conto da paixão, choram por descobrir que, apesar de toda beleza inicial dos beijos faceiros, apertos eloquentes, das juras de lealdade, dos sonhos partilhados nas noites de céu estrelado e do carinho, tudo foi apenas um lapso, descoberto após a união, divisão do mesmo espaço, das escovas de dente, divergências da convivência e filhos entre as quatro paredes do lar.  Verdadeiramente são almas estranhas aos mandamentos do amor,  orgulhosas querem pra si o que não vai lhe propor felicidade, sentem-se poderosas ao conquistar a presa, logo, descobre a infelicidade lhe arrebentando a alma e o fogo que parecia queimar todo o ser desaparecer do coração, passando a sofrer no silencio e a meditar na besteira que fez por não conhecer os caminhos reais da cumplicidade, divisibilidade e respeito mutuo do amor. O amor de almas é maior do que o oceano, nada o perturba, tempestades são marolas suáveis adoçando o peito, unindo ainda mais os sentimentos na labuta para construir os castelos da felicidade, dos prazeres de viverem no halo das noites os encantos dos beijos molhados de ternura, das palavras melosas de carinho no jogo sem vencedor do amor entre as almas realmente apaixonadas. Os grandes amores são eternos, andarilhos do presente e passado, às vezes separados pelos caminhos do destino, se cruzando no mundo para viverem a magia de outrora e juntos ou separados pelas cercas do tempo, se doar em pensamentos de alegrias imensuráveis. Ninguém segura o amor de almas gêmeas, pois, seus gritos são ouvidos nos quatro cantos do universo, o halo perfumado dos corpos espalha-se entre as flores, onde um estiver o outro estará ligado pelos fios dos pensamentos, só Deus, pode explicar o porquê de nascerem na mesma época para viverem apaixonados e separados.” Luiz Gonzaga Bezerra                      

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

SE O AMANHÃ...

                                   "SE O AMANHÃ..."

“Se eu soubesse que essa seria a última vez que eu veria você dormir, eu aconchegaria você mais apertado, e rogaria ao Senhor que protegesse você.

Se eu soubesse que essa seria a última vez que veria você sair pela porta, eu abraçaria, beijaria você, e chamaria você de volta, para abraçar e beijar uma vez mais.

Se eu soubesse que essa seria a última vez que ouviria sua voz em oração, eu filmaria cada gesto, cada palavra sua, para que eu pudesse ver e ouvir de novo, dia após dia.

Se eu soubesse que essa seria a última vez, eu gastaria um minuto extra ou dois, para parar e dizer: "EU TE AMO", ao invés de assumir que você já sabe disso.

Se eu soubesse que essa seria a última vez, eu estaria ao seu lado, partilhando do seu dia, ao invés de pensar: "Bem, eu tenho certeza que outras oportunidades virão, então eu posso deixar passar esse dia". É claro que haverá um amanhã para se fazer uma revisão e nós teremos uma segunda chance para fazer as coisas da maneira correta. É claro que haverá um outro dia para dizermos um ao outro: "EU TE AMO".

E certamente haverá uma nova chance de dizermos um para o outro: "Posso te ajudar em alguma coisa?", mas no caso de eu estar errado, e hoje ser o último dia que temos, Eu gostaria de dizer “O QUANTO EU AMO VOCÊ...”, e espero que nunca nos esqueçamos disso. O dia de amanhã não está prometido para ninguém, jovem ou velho. E hoje pode ser sua última chance de segurar bem apertado, a pessoa que você ama.

Se você está esperando pelo amanhã, por que não fazer hoje?

Porque se o amanhã não vier você com certeza se arrependerá pelo resto de sua vida por não ter gasto aquele tempo extra num sorriso, num abraço, num beijo, porque você estava "muito ocupado" para dar para aquela pessoa aquilo que acabou sendo o último desejo que ela queria.

Então, abrace o seu amado, a sua amada hoje. Bem apertado. Sussurre nos seus ouvidos, dizendo o quanto o(a) ama e o quanto o(a) quer junto de você.

Gaste um tempo para dizer: "Me desculpe", "Por favor, me perdoe", "Obrigado", ou ainda: "Não foi nada, está tudo bem". Porque, se o amanhã jamais chegar, você não terá que se arrepender pelo dia de hoje.”

A.  d.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

A SERPENTE E O VAGA-LUME

EU TE FIZ ALGUM MAL?
Certa vez um mestre passeava com seu aprendiz no bosque, nesta caminhada falavam de alguns temas, ao aproximarem-se de um bonito riacho procuraram uma sombra para um breve repouso, neste ínterim o aprendiz perguntou; Mestre que tens a me dizer sobre; traição, inveja e maldade? - O velho Mestre fez um breve silêncio e falou:
” - Escute, certa vez uma serpente começou a perseguir um vaga-lume.
Este fugia rápido, com medo da feroz predadora e a serpente nem pensava em desistir.
Fugiu um dia e ela não desistia, dois dias e nada...
No terceiro dia, já sem forças, o vaga-lume parou e disse a serpente:
- Posso lhe fazer três perguntas?
Não costumo abrir esse procedente pra ninguém, mas já que vou te devorar mesmo, pode perguntar....
- Pertenço eu a sua cadeia alimentar?
Não
- Eu te fiz algum mal?

Não.
- Então por que você quer acabar comigo?
Porque não suporto ver você brilhar....”

E continuando perguntou o Mestre, o que você entendeu?
- Respondeu o aprendiz, entendi que o simples fato de começar a brilhar podemos atrair; inveja, traição e maldade.
Prosseguiu o velho mestre, respondeste bem meu filho! Portanto lhe recomendo: - EMBORA O MUNDO ESTEJA REPLETO DE SERPENTES, NUNCA DEIXE DE SER VAGA-LUME.
A realidade é que não precisamos apagar a estrela de ninguém para que a nossa possa brilhar. Observemos a natureza e com facilidade podemos concluir a magnitude do Criador que fez o sol para nunca deixar de brilhar, também as estrelas para nunca pararem de iluminar a noite, assim tal qual estes astros somos parte da criação divina ( imagem e semelhança de Deus) e estamos aqui para brilhar, mesmo na presença das serpentes, não importa. Portanto, mexa-se. Avante! O que estamos esperando? Vamos lá acenda a sua luz interior e a exemplo do vaga-lume comece a brilhar.

sábado, 21 de fevereiro de 2009

REFLEXÃO

PEDRAS PRECIOSAS.
“Conta-se que um homem caminhava pelo deserto, sentindo a inclemência do sol a castigar-lhe a pele e a sede a atormentá-lo. Em meio ao imenso areal, embora totalmente só, pôde ouvir com nitidez uma voz que lhe dizia: - Pega umas pedras. Coloca-as no teu bolso e amanhã sentirás ao mesmo tempo tristeza e alegria. O homem obedeceu. Inclinou-se, recolheu um punhado de pedras e as colocou no bolso. Concluiu a travessia e, na manhã seguinte, quando despertou, constatou que as pedras haviam se convertido em diamantes, rubis e esmeraldas. Então, como predissera a voz, sentiu-se feliz e triste ao mesmo tempo. Feliz, por ter recolhido as pedras que agora lhe eram um grande tesouro. Triste por não ter recolhido outras tantas e ser ainda mais rico. Assim ocorre com o processo da educação. Os homens de sabedoria nos convidam a investir alto nela, a nos esmerarmos com as gerações novas, os nossos rebentos que muito embelezam os nossos jardins. A educação é processo delicado que requer investimento constante. É na convivência diária, nos pequenos exemplos do cotidiano que a criança se educa, para o bem ou para o mal. Porque, em verdade, quer queiramos ou não, todos somos educadores. Educamos pela palavra, pelo exemplo, pela ação. Lamentamos, hoje, o estado da nossa infância e da nossa juventude, muita vez bem distante dos ideais de nobreza e elevação, mais interessada em atender aos seus próprios interesses, imediatistas e egoístas. Mas os culpados por esta situação somos nós mesmos. Em vez de estabelecermos limites, disciplina, ordem, tememos o julgamento dos nossos pares, amigos e parentes e deixamos que tudo corra à vontade. Ora, criança sem limites será o adolescente sem limites e o homem inconseqüente do amanhã, que pensará que tudo o que existe no mundo lhe é devido. Que as pessoas existem para servi-lo e a vida para ser usufruída de forma alucinada. Por isso mesmo, em todo processo educativo a mensagem do Cristo deve se fazer presente. É Jesus que nos convida ao amor, à doação, à fraternidade, graças aos quais alcançaremos verdadeiramente melhores condições de vida na Terra. Os ideais são como as estrelas. Parece-nos que jamais os alcançaremos, mas, à semelhança dos marinheiros em alto-mar, traçamos os nossos caminhos, seguindo-os. Que seja um dos nossos ideais o esmero na educação própria e dos que nos rodeiam, sempre atentos às nossas atitudes.”
Publicado pela Redação do Momento Espírita, com base cap. Parábola da educação, de William Cunningham, do livro Um presente especial, de Roger Patrón Luján,

sábado, 10 de janeiro de 2009

MENSAGEM PARA VIDA 2

GRATIDÃO.
Quem dobrou seu pára-quedas hoje?
Charles Plumb era piloto de bombardeiro na guerra do Vietnã.
Depois de varias missões de combate, seu avião foi abatido por um míssil. Plumb saltou de pára-quedas, foi capturado e passou seis anos numa prisão norte-vietnamita.
Terminada a guerra retornou aos Estados Unidos, passando a dar palestras relatando sua odisséia e o que aprendera na prisão. Certo dia, num restaurante, foi saudado por um homem: - "Olá, você é Charles Plumb, era piloto no Vietnã e foi derrubado, não é mesmo?" - "Sim, como sabe?" perguntou Plumb. - "Era eu que dobrava o seu pára-quedas. Parece que funcionou bem, não é verdade?” Plumb ficou surpreso e com muita gratidão respondeu: - "Claro que funcionou, caso contrário eu não estaria aqui hoje." Ao ficar sozinho naquela noite, Plumb não conseguia dormir, pensando e perguntando-se: Quantas vezes vi esse homem no porta-aviões e nunca lhe disse "bom dia"! Eu era um piloto arrogante, ele um simples marinheiro. Pensou, também, nas horas que o marinheiro passou humildemente no navio enrolando os fios de vários pára-quedas, tendo em suas mãos a vida de alguém que não conhecia.
Agora, Plumb inicia suas palestras perguntando à sua platéia: "Quem dobrou seu pára-quedas hoje?" Todos temos alguém cujo trabalho é importante para que possamos seguir adiante. Às vezes, nos desafios que a vida nos apresenta diariamente, perdemos de vista o que é verdadeiramente importante e as pessoas que nos salvam no momento oportuno sem que lhes tenhamos pedido. Deixando de saudar, de agradecer, de felicitar... Ainda simplesmente de apresentar nossa gratidão.
Faça uma reflexão. Que tal a partir de hoje procurar verdadeiramente dar conta de quem prepara nosso pára-quedas de cada dia e agradecer-lhe! Finalmente todos precisamos uns dos outros...